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WHITE SUNSET


Falamos muito de sustentabilidade e o seu significado torna-se muito abrangente.

Desde a Origem da matéria prima, o design, a qualidade de um material duradouro até o final da sua vida útil, tudo conta.

No final a nossa relação com as marcas ganha muito quando um produto é bem concebido, de forma ética, com a noção de que a moda tem que se ajustar ás necessidade do sujeito e ao equilíbrio do nosso habitat e não o contrário.

Todos somos responsáveis pelas acções que esta nova consciência nos traz, e se não forem as marcas a dar o primeiro passo, serão os consumidores a impor o ritmo, e isso poderá ter custos para o ranking de algumas empresas.

Neste artigo apresento duas peças de vestuário que sobreviveram ao tempo, ás modas e ao desgaste por parte do seu utilizador (EU).

Decidi fotografar estas duas peças de vestuário pessoal que ainda fazem parte do meu armário e que apesar de serem peças masculinas, as mesmas brilharam num corpo feminino:

Um casaco safari de trespasse, em Linho pertencente a uma colecção de 2005, concebido pelos criadores Portugueses João Tomé e Francisco Pontes e um blusão em poliester da marca Blanco de 2009.

Tenho a convicção de que a tendência de consumo passará por ter esta ideia em mente, se todos queremos sobreviver financeiramente, emocionalmente e claro fisicamente ainda neste planeta.





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